Cárcere / Cárcel - Sergio Perez Castañeda -

Cárcere
Sergio Perez Castañeda
-Versão em Português: Eduardo e Irany Lecea-
Às vezes o pior cárcere que temos, são os
nossos próprios paradigmas.
nossos próprios paradigmas.
Nossa maneira de pensar, nos ata e nos
cega de tal maneira, que não nos permite
ver mas adiante.
cega de tal maneira, que não nos permite
ver mas adiante.
Estamos prisioneiros em nossa própria cela,
somos o carcereiro, o torturador e o prisioneiro.
somos o carcereiro, o torturador e o prisioneiro.
Quem tem as chaves de nossa cela ou o
detonador que faça voar pelos ares este maldito
cárcere, somos você e eu .
detonador que faça voar pelos ares este maldito
cárcere, somos você e eu .
Mas não nos atrevemos a usá-los, por que somos
cativos de nosso pior verdugo.
cativos de nosso pior verdugo.
O Medo!
Quem nos colocou aqui?
Que se eu?....existem mil e um motivos ou causas.
Que se eu?....existem mil e um motivos ou causas.
Uma decepção amorosa, uma infidelidade, uma
autoestima mau compreendida...
autoestima mau compreendida...
Uma meninice azarada ou ao contrário,
uma superproteção paternal.
Um defeito físico, pobreza econômica,
uma ideologia ou uma religião castrante,etc.
uma ideologia ou uma religião castrante,etc.
Este motivo, não nos permite sequer
olharmos através das grades para o exterior.
olharmos através das grades para o exterior.
Com o tempo, nos vamos acostumando tanto ao
reduzido de nossa cela,
que detestamos os espaços grandes.
que detestamos os espaços grandes.
E a liberdade é isso: um espaço grande.
Quiçá a felicidade não esteja fora dessas quatro
paredes, mas sim, a oportunidade de criá-la.
paredes, mas sim, a oportunidade de criá-la.
Porque a felicidade temos que criá-la, não
existe sob pedido, mas precisa de um
elemento primordial: a liberdade.
existe sob pedido, mas precisa de um
elemento primordial: a liberdade.
Se esta não existe, podemos jogar a culpa
a qualquer intromissão externa e quem sabe,
teremos razão ou pelo menos, uma desculpa digna
para se tomar em conta.
a qualquer intromissão externa e quem sabe,
teremos razão ou pelo menos, uma desculpa digna
para se tomar em conta.
Já intuímos o motivo, agora qual será esse calabouço?
Uma relação incorreta difícil de terminar
ou uma relação que sobrevive por falta de
uma decisão?
ou uma relação que sobrevive por falta de
uma decisão?
Uma vida sombria e sem esperança ou
uma rebelião contínua a uma situação
que não se entende?
uma rebelião contínua a uma situação
que não se entende?
O medo de usar o livre arbítrio e equivocar-nos?
Não tenhamos medo, não vai passar nada que
não tenha remédio, o pior que poderia acontecer é
que nos acostumemos tanto a esta situação que
criamos, que para nós não existe outra.
não tenha remédio, o pior que poderia acontecer é
que nos acostumemos tanto a esta situação que
criamos, que para nós não existe outra.
Por favor!
Leia-me ou escuta-me em sua imaginação!
Temos direito à felicidade, ninguém tem a sua e nem a minha,
nós mesmos é que temos de construí-la sozinhos.
nós mesmos é que temos de construí-la sozinhos.
Se se pode, mas temos que fazê-la, assim como se faz
um delicioso bolo para depois desfrutarmos, assim
também é a felicidade.
um delicioso bolo para depois desfrutarmos, assim
também é a felicidade.
Temos os elementos para fazê-la!
Podemos fazer com que nossa vida, seja feliz ou infeliz,
não depende de ninguém mas do que de nós mesmos.
não depende de ninguém mas do que de nós mesmos.
Se os malvados têm direito a ela,
Maior razão temos nós, que não o somos.
Maior razão temos nós, que não o somos.
Essa masmorra, lembre-se! Poderá matar
nosso corpo, jamais a nossa alma.
nosso corpo, jamais a nossa alma.
Deixemos que nos ensine a ser livres e
a construir nossa própria felicidade.
a construir nossa própria felicidade.
Para começar, mudemos esse
velho paradigma, por este.....
velho paradigma, por este.....
A felicidade existe sim! E todos
temos direito a ela!
temos direito a ela!
Cárcel
A veces la peor cárcel que tenemos, son
nuestros propios paradigmas.
Nuestra manera de pensar, nos ata y nos
ciega, de tal manera que no nos permite
ver mas adelante.
Estamos prisioneros en nuestra propia celda,
somos el carcelero , el torturador , y el prisionero.
Quien tiene las llaves de nuestra celda, o el
detonante que vuele por los aires esta maldita
cárcel, somos tu y yo .
Pero no nos atrevemos a usarlas, por que somos
cautivos de nuestro peor verdugo.
El Miedo.
! Quien nos metió aquí?
! Que se yo?....existen mil y un motivo o causas.
Una decepción amorosa, una infidelidad, una
autoestima mal comprendida.
Una niñez desdichada, o lo contrario una
sobreprotección paternal.
Un defecto físico, pobreza económica ,
una ideología, o una religión castrante,
etc.
Este motivo, no nos permite siquiera
asomarnos por las rejas hacia el exterior.
Con el tiempo nos hemos acostumbrado
a lo reducido de nuestra celda, que los
espacios grandes los detestamos.
Y la libertad eso es, un espacio grande.
Quizá la felicidad no este fuera de esas
cuatro paredes , pero si esta la oportunidad
de crearla.
Porque a la felicidad hay que crearla, no
existe sobre pedido, pero necesita un
elemento primordial, la libertad.
Si no existe ésta, le podremos echar la culpa
a cualquier intromisión externa , y a
lo mejor tendremos razón o por lo menos ,
una excusa digna de tomarse en cuenta.
Ya intuimos el motivo, ahora cual será ese calabozo?
Una relación incorrecta difícil de terminar,
o una relación que sobrevive por falta de
una decisión.
Una vida sombria y sin esperanza,
una rebelion continua a una situacion que no se entiende
Un miedo a usar el libre albedrío y equivocarnos
No tengamos miedo, no va a pasar nada, que no
tenga remedio, lo peor que podría suceder es
que nos acostumbres tanto a esta situación que creamos
que para nosotros , no hay otra.
! Por favor!
Léeme o escúchame en tu imaginación ,
tenemos derecho a la felicidad , nadie tiene la tuya y la mia ,
nosotros solos tenemos que construirla.
Si se puede , pero hay que hacerla , así como se hace
un riquísimo pastel que después disfrutamos, así
también la felicidad.
! tenemos los elementos para hacerla. !
De nuestra vida podemos hacer que ésta sea feliz o infeliz,
no depende de nadie mas que de nosotros mismos .
Si los malvados tienen derecho a ella,
con mayor razón nosotros , que no lo somos.
Esa mazmorra , ! recuerda ! , podrá matar
nuestro cuerpo, pero jamás nuestra alma.
Déjemosla que nos enseñe a ser libres y
a construir nuestra felicidad.
Pero para empezar cambiemos ese
viejo paradigma, por este.....
! La felicidad si existe y todos
tenemos derecho a ella. !
Escrito
Sergio Perez Castañeda
( Bebo )